Brincando com papel

Na era da inclusão digital parece que nenhuma criança quer saber de brincar com produtos que não sejam eletrônicos.

Eu ainda me lembro das brincadeiras de infância, pular corda, elástico, carrinhos de plástico e bonecas de pano. A imaginação ia longe, inventávamos nossas próprias brincadeiras. Não vejo mais isso acontecer. Pergunte a uma crianaça de sete anos o que é um biloquê (ou bilboquê?).

Também sou fã de Origami. Vivia procurando em livros uma idéia nova para implementar. Com a internet a coisa facilitou. Veja o vídeo abaixo.

Assim que chegar em casa vou colocar em prática minhas habilidades e fazer um desse pra mim Sofia.

[Fonte: Microsiervos]

Anúncios

Frase do dia

Se usuário fosse bom não chamava usuário.
Só nós e traficantes temos usuários… o resto tem cliente.

Por Marcelo Souza

Acabe com a "soneca" dos despertadores

Para quem tem problemas ao acordar e a primeira frase do dia é sempre “só mais 10 minutinhos” (eu!), a soneca do despertador é o pior inimigo.

Já utilizei várias estratégias, colocar o despertador do outro lado do quarto, ou então em outro cômodo mesmo, mas esta teoria era meio falha, às vezes o sono era tanto que eu nem ouvia barulho.

Outra alternativa foi usar uma calculadora HP modelo 48G, programada para tocar a cada 1 minuto. Para desligar tinha que entrar no menu e apagar a configuração. Funcionava, pena que o bip não era tão alto.

Mas a coisa ultimamente anda complicada. Tá na hora de pensar em um desses novamente.

Como diz as Organizações Tabajara: Seus (ou meus) problemas acabaram!

Ter que acordar e resolver uma equação matemática pode resolver o meu problema pelo menos até eu me estressar e jogar pela janela.

O melhor de tudo isso é que você mesmo pode montar o seu (saiba aqui como).

Acho que vou pedir um de presente.

[Fonte: oVelho]

Post sem utilidade: Sessão para relaxar

O assunto do último post me deixou muito abalada, pensei nele a noite toda. Mas não quero mais falar sobre isso.

Não sou perfeita, ninguém é. Meus pensamentos podem não ser coerentes, mas tudo depende do ponto de vista. “Nem tudo são flores”.

Enquanto ouço algumas músicas para espantar o stress, uma me chama mais a atenção:

Eu Tou Tentando

Kid Abelha


Composição: George Israel / Paula Toller

“Eu to tentando largar o cigarro
Eu to tentando remar meu barco
Eu to tentando armar um barraco
Eu to tentando não cair no buraco

Eu to tentando tirar o atraso
Eu to tentando te dar um abraço
Eu to penando pra driblar o fracasso
Eu to brigando pra enfrentar o cangaço

Eu to tentando ser brasileiro
Eu to tentando saber o que é isso
Eu to tentando ficar com Deus
Eu to tentando que ele fique comigo

Eu to fincando meus pés no chão
Eu to tentando ganhar um milhão
Eu to tentando ter mais culhão
Eu to treinando pra ser campeão

Eu to tentando ser feliz
Eu to tentando te fazer feliz

Eu to tentando entrar em forma
Eu to tentando enganar a morte
Eu to tentando ser atuante
Eu to tentando ser boa amante

Eu to tentando criar meu filho
Eu to tentando fazer meu filme
Eu to chutando pra marcar um gol
Eu to vivendo de rock’n roll.”

E é só isso que eu quero por hoje.

Aborto: ainda há muito o que se discutir

Tá aí um assunto que me incomoda, que me dá arrepios. Este é o assunto deste post no Papo de Homem.

Pergunta:
“Aparentemente fizemos merda e minha namorada esta grávida, ainda não fizemos o teste (beta hcg) e se der certo de hoje não passa. (…)

Acredito que salvar a vida é o mais importante então todos os procedimentos devem ser tomados mesmo o aborto sendo ilegal. Mas e depois o médico é obrigado a denunciar um aborto?

Não preciso nem dizer que estou ficando doido com isso já, né?”

– Anônimo

É para ficar doido? Claaaaaaaaaro que é. Ainda não contei aqui mas passei pela mesma situação. Fiquei grávida aos 20 anos, de um relacionamento estável que dura até hoje. Mas mesmo assim o fato foi uma bomba. Eu estava me preparando para prestar vestibular, sonhava em fazer uma universidade pública, UNICAMP talvez, UNIFEI, estava fazendo cursinho. E de repente a notícia.

Em momento algum pensamos em aborto, fomos maduros o suficiente para perceber que toda aquela situação era resultado da nossa atitude. Estávamos cansados de saber que uma gravidez era possível, mas nos arriscávamos. Quem tem que arcar com as conseqüências? Nós.

Aborto é contra lei? Sim, assim como matar também é. Tudo depende muito do ponto de vista e o Estado serve para estabelecer um senso comum. Não adianta dizer que o Estado está te obrigando a ter um filho, ninguém te obrigou a fazer.

O Estado é falho? Talvez. Permitir que garotas que mal entraram na casa dos 20 tenham meia dúzia de filhos e que em sua maioria mal tem condições de criá-los, também é questionável. Mas quem vai impedi-las? Uma laqueadura só é possível após os 25 anos e se a mãe tiver 2 filhos ou mais. Sem contar a burocracia – veja mais neste artigo do Dr. Dráuzio Varella.

Políticas como o Bolsa Família incentivam as famílias mais pobre a terem mais filhos. Eles não se importam com o futuro, têm que se preocupar com o presente, com a sobrevivência.

Mulheres que fazem aborto geralmente são esclarecidas, sabem exatamente o que têm que fazer para evitar, mesmo assim acham que “isso não vai acontecer com elas”. Tá na chuva é pra se molhar. Das que conheço, todas têm conhecimento de contraceptivos e reconhecem que falharam.

Outra questão discutível é o tempo em que o feto passaria a ter uma “vida”. Sete dias? Doze semanas? Tanto faz. Uma criança passa a existir apenas quando é emitida sua certidão de nascimento. Considerar qual a idade para se ter uma “alma” é muito complicado. Quando tratamos de vida espiritual, tudo fica mais complexo.

O que dizer dos prematuros, das crianças com problemas cerebrais? A lei permite, em caso de risco à gestante, que seja feito o aborto, acompanhada de medico especialista. E o risco de quem faz clandestinamente? Pior do que fazer um aborto é ser mal-sucedido e conviver com o erro para sempre.

Quem quer fazer tem que analisar todas as possibilidades, ser um pouco menos egoísta. Nossa vida vira de cabeça para baixo, mas nada que não tenha solução. Hoje, após 5 anos eu voltei a estudar, não mais pensando em ter uma carreira brilhante e ganhar muito dinheiro. Meu objetivo maior é fazer pela minha filha muito mais do que meus pais fizeram por mim. Tarefa difícil, pois tudo que tenho vem deles. Tenho uma carreira quase encaminhada e continuo lutando para chegar onde quero.

Ninguém nasce sabendo ser pai, só vamos descobrir se fomos bem sucedidos quando não tiver mais como voltar atrás. Mas nada pode pagar os melhores momentos ao lado de uma criança, seus gestos sem malícia e sua devoção aos que ama. Ser mãe talvez seja a melhor coisa que acontece na vida de uma mulher. Um amor ímpar, que não será encontrado em nenhum outro lugar nem em outro ser.

Não me arrependo da escolha que fiz, todos os dias tenho a certeza de que foi o melhor. E eu dou o máximo de mim para que seja sempre assim.


PS: talvez as idéias não tenham ficado claras, este assunto mexe demais comigo, portanto, sinta-se à vontade para discutir.

Férias geladas

Quer passar muito frio nas férias? Então conheça o IceHotel, em Jukkasjärvi, Suécia.

O hotel é temporário, criado com gelo e neve a cada inverno. Haja paciência.

Esta realmente me impressionou.

O hotel ainda conta com uma Sala de Arte, com peças produzidas por artistas de todo o mundo.


Imagine-se descansando em uma poltrona… de gelo


… ou numa cama, bem geladinha.

Acho que nem eu, que gosto tanto de frio, me arriscaria. É, tem gosto pra tudo.

Via: Damn Cool Pics

Portabilidade entre Office 2000/XP/2003 e Office 2007

Eis o caso: você está na faculdade, finalizando uma parte de um trabalho, aguardando outra pessoa do seu grupo enviar a parte final por email. Quando este email chega você não consegue abri-lo, porque o Office do laboratório da faculdade é o 2000 e o do seu amigo é o 2007. Então você se desespera, se descabela, entra em transe.

Solução? Claro! A Microsoft não seria tão maluca de dar um tiro no pé tão mal dado.

Na verdade os arquivos com extensão .docx, .xlsx e as demais do Office 2007 são arquivos zipados com uma estrutura de dados dentro dele, com diretórios para imagens e a pasta principal com o texto armazenado em formato XML. Pode-se abrir com um descompactador de arquivos. Porém é um trabalho muito chato ter que fazer isso toda vez, já que o Office 2007 está cada vez mais utilizado.

Parte boa da história: neste link você encontra um pacote de compatibilidade que permite ao Office 2000, XP e 2003 abrir os arquivos gerados pelo Office 2007 diretamente e editá-los, sem artimanhas.

ATENÇÃO: este pacote ainda está na versão beta, portanto não há certeza 100% de que seu arquivo super-ultra-mega complexo, com várias macros e gráficos mirabolantes vá ser aberto sem algum tipo de falha. Na pior das hipóteses você não tira zero no trabalho!

Parte ruim: se o laboratório só tiver Office 97 (o que ainda é possível), chora! Como a Microsoft não tem mais suporte a este produto, não existe compatibilidade entre ambos.

Parte ruim II: convencer o monitor do laboratório a instalar o pacote.

Parte boa II: No nosso caso, como é um arquivo apenas, podemos apelar para outros métodos, como por exemplo o site www.zamzar.com, que além dos documentos Office, convertem outros tipos de arquivos.

Com tantas opções, não será mais possível enrolar o professor com a desculpa de que “as ferramentas que a faculdade fornecem o impossibilitaram de entregar o trabalho a tempo”, e ainda chorar por alguns pontinhos pelo grande esforço de terminá-lo.