Eu fui, mas já voltei

Pessoal.

Este blog anda meio parado, estou sem tempo para atualizar. Coisas para escrever não me faltam, mas tempo para organizar tá difícil.

Semana passada estava em Sampa fazendo um curso. Pra variar minha falta de sorte atacou e a reserva no hotel deu problemas, mas tudo se resolveu a tempo. Uma semana sem dormir direito, mas valeu a pena, o curso foi ótimo.

A viagem, de ônibus, claro, foi a mesma coisa. Sempre tem um chato pra viajar do teu lado. Outro dia li no Dia de Folga que se você escolher a poltrona 23 a probabilidade de alguém ir ao teu lado é de 50%. Uma estatística meio esquisita, já que são duas poltronas em qualquer posição do ônibus. Mas o fato é que eu me lembrei disso, mas nem me toquei, e fui na minha preferida, a 21. E não é que a pessoa que estava na 23 foi sozinha? Só pode ser coincidência. Ou então eu sou mesmo azarada.

No próximo post eu conto mais sobre a minha “aventura” na cidade grande.

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ICQ construindo um mundo melhor

Ando meio sumida do blog, da internet em geral. Há uma semana mal consigo ler meus emails. As provas na faculdade já começaram e estou pretendendo garantir notas neste início pra não sofrer no final. Sem contar o trabalho, ando bem atarefada.

Primeiro quero deixar o link do blog do meu cunhado Brunno, o Odontofacil.com. Ele é dentista e fala sobre assuntos de… dentista. Tem dicas, curiosidades, novidades na área. Vale a pena conferir. Ah, com os merecidos méritos para o Marcellus, que ficou um fim de semana inteiro configurando o Drupal. Está muito bom.

Seguindo a mesma linha, encontrei uma novidade. Lembram-se do ICQ? Aquele programa de IM que um dia já foi o mais popular da internet? Eu particularmente continuo gostando dele, há nele muito mais coisas que me agrada que no MSN por exemplo. O que ele tem a ver com papo de dentista? Oras, vejamos: o ICQ em parceria com a CTS, uma grande indústria famacêutica de Israel, lançou um creme dental com o seu nome.


O slogan é algo como “ajudar a comunicação P2P (pessoa a pessoa) reduzindo o mau hálito”.

Vai que a moda pega. Ah, e pra quem quiser, meu UIN é 83427626 (sim, eu ainda uso). Não é um dos primeiros, mas eu guardo este número como um troféu.

Operação Cola: quem cola não precisa ir para a escola

A Polícia Federal, sob a coordenação da Delegacia de Polícia Fazendária da Superintendência Regional em Minas, deu início hoje à Operação Cola, com o objetivo de combater as vendas pela internet de diplomas universitários falsos com reconhecimento pelo Ministério da Educação (MEC). Os diplomas seriam vendidos a um preço médio de R$ 1,8 mil cada, a diversos clientes, em todo o País. (…)”

Quer notícia mais animadora do que esta? Eu, que este ano resolvi investir em um curso superior, me sinto uma complieta idiota. Vamos aos cálculos:

Mensalidade: R$ 800,00 (aprox.)
Meses: 48
Total gasto: R$ 38400,00

Levando em conta que eu não incluí o material gasto durante este período, poderíamos chegar facilmente aos 40 mil. O retorno deste investimento também é a longo prazo, portanto até conseguir um estágio isso seria somente uma despesa.

Ora, por que então eu vou gastar essa grana toda? Já tenho minha carreira, tenho minha empresa, o diploma só iria me ajudar na apresentação do meu serviço. O que, convenhamos, numa cidade pequena como a que moro pode ser feito de boca em boca. Então qual a finalidade de se fazer um curso superior?

Para mim ter nível superior passou a ser um desejo pessoal, poderia até fazer psicologia, ou qualquer outro curso fora da minha área, só para poder preencher aquelas fichas de incrição e dizer que tenho superior completo. Existe também a questão do conhecimento, saber sempre um pouco mais. A faculdade é um passo importante na vida de qualquer pessoa que queira um bom emprego. Existem excessões? Claro, mas para chegar a ser uma ela vai ter que suar muito, mostrar competência.

Toda semana os jornais apontam o índice de desemprego no país, fala-se em milhões de desempregados. Mas em nenhuma dessas notícias eu vejo uma estatística relacionando o desemprego com o nível de estudo do desempregado. É fato que o desemprego é maior para a classe que tem menos estudo. Existe desemprego em todos os níveis, mas quanto mais se estuda, menor a chance de receber um não numa entrevista.

Tudo tem que ser levado em conta, ter cursado uma faculdade também não quer dizer que a pessoa será um bom profissional, quer dizer que ela se especializou em algo, se preparou para trabalhar na área escolhida. Hoje, mais do que conhecimento vale o caráter, a dignidade da pessoa. Quem compra um diploma certamente tem muito pouco dessas características.

Além de enganar o entrevistador, a pessoa quer se enganar. Achar que merece um bom salário em cima de uma falcatrua, certamente dará errado, a menos que este lado obscuro nunca venha à tona ou a pessoa seja muito competente.

Mas que me deu uma frustração essa notícia… ah se deu!