O dia que o Twitter parou

Alguns serviços online, digamos… inofensivos e que há apenas alguns meses não faziam tanta falta, quando param deixam muitas pessoas desesperadas. Hoje foi a vez do Twitter. Na verdade o problema não é do Twitter, mas sim da Oi/Telemar, aparentemente um problema na rota. Neste exato momento, os usuários do Velox não conseguem acessar o Twitter e alguns outros sites estrangeiros (todos que tentei acessar funcionaram, só o Twitter mesmo não entra).

O que não me espanta neste caso é que a Oi já tem muitos problemas, no atendimento, no serviço, mas até então não tinha nenhuma reclamação quanto à incapacidade técnica de resolver problemas como este, que iniciou na tarde de sábado e até agora não foi corrigido.

E para quem reclamar? Se adiantasse alguma coisa, mas não há a quem recorrer neste caso. Reclamações diretamente na Oi/Telemar vão resultar em uma resposta programada de que “nossos técnicos já estão cuidando do problema mas que não há previsão de retorno”, ou algo parecido. Reclamar para a ANATEL? Acho que será muito mais inútil do que na própria operadora.

O que nos resta, usuários do Velox, é esperar até que alguém tenha a “brilhante ideia” de consertar o problema. Enquanto isso, uso o tempo offTwitter para colocar a leitura dos meus feeds em dia e para adiantar alguns trabalhos da faculdade.

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Eu queria…

Difícil começar este post. Principalmente num dia tão estressante como hoje. Estou fora de casa, há praticamente duas semanas longe da minha rotina, perdi todas as aulas, mal vi minha filha no final de semana, não vi o primeiro dentinho dela cair, estou trabalhando feito uma maluca. Ou seja, cansada, com saudade de casa e da família, carente e preocupada.

É um dia perfeito para pensar e repensar na vida, nos objetivos, nas escolhas, parar e analisar o tempo que passou, as oportunidades perdidas, saber se tudo valeu a pena. Uma frase postada hoje pela @luizapossi no Twitter retrata bem o que estou sentindo: cada escolha é uma renúncia.

Renunciei a um trabalho bem mal remunerado para ter a liberdade de horário que sempre quis. Renunciei a este segundo trabalho para começar a faculdade. Hoje tenho que renunciar à faculdade para compensar perdas financeiras. Acabou virando uma bola de neve. Nesse meio venho renunciando ao tempo de cuidar da minha filha, da família, para tentar consolidar uma carreira. Faço planos e nunca concretizo, quero viajar mas nunca posso. Sempre há algo mais importante que me faz achar que o restante pode esperar. No final das contas eu acabo sempre em cima do muro.

Eu queria…

… não estar escrevendo este post

… estar em casa

… ter mais tempo para cuidar do meu bebezinho, que nem é tão bebezinho mais

… não ter que me preocupar se as contas vão fechar no fim do mês

… acabar logo a faculdade

… conciliar trabalho e estudo

… ter mais tempo para cuidar de mim

… ter tempo para praticar esportes

… não dar importância a determinados assuntos

… relevar certos comentários

… aprender a brigar pelo que quero

… acreditar na minha capacidade, que eu POSSO e que eu SOU, sem perder a humildade

… ter coragem para dizer BASTA

… aprender a dizer NÃO

… ligar o FODA-SE

… fazer o que quero, não o que acho que é certo

… fazer uma tatto

… correr, até meu corpo não aguentar mais

Melhor eu parar por aqui, porque esta lista não tem fim.

Ainda bem que tenho a internet e este blog para poder aliviar um pouco minhas tensões.

Removendo associação de tipos de arquivos

Teoricamente toda evolução tende a melhorar algo que já foi feito. No caso de softwares a correção de bugs é inevitável, tanto para corrigir uma rotina que não funciona como deveria quanto para corrigir falhas de segurança.

Eu acompanho a evolução do Winodws há algum tempo. Já usei o Windows 3.11 (é, faz tempo e eu ainda nem tinha  computador), Windows 95 (bons tempos onde eu formatava o PC toda semana, meu Compaq Presário 2200 sofreu muito nas minhas mãos. Também foi quando comecei a acessar a internet), 98, NT (alguém ainda usa?), ME (me arrepio só de lembrar), 2000 e XP, enfim, tanto como usuária como suporte a usuários, tenho um pouco de conhecimento em cada um deles.

Particularmente acho que a Microsoft  entrou no caminho certo quando lançou a plataforma NT. Como era antes não dava para ficar mais. O conceito de sistema operacional Microsoft tinha que ser mudado para trazer mais segurança aos usuários e seus dados, coisa que o Linux já fazia desde seus primórdios. Mas se faz bem ou mal é uma outra história.

A questão é que algumas tarefas foram automatizadas, como a instalação de novos hardwares, busca de drivers na internet, melhor reconhecimento de dispositivos. Outras ficaram mais complicadas de serem realizadas.

Recentemente, por um descuido, eu acabei associando uma extensão de arquivo a um programa. Eis a minha surpresa quando fui procurar no Windows Explorer a opção para exclusão dessa extensão e não encontrei. Ok.. mais uma evolução de segurança, evitar que usuários, digamos, com menos conhecimento alterem as associações, mas para isso existem os administradores.

O Windows Vista e o 7 não possuem opção de desassociação de arquivos a programas. Para não precisar alterar o registro do sistema, procurei alguma ferramenta que pudesse fazer esta tarefa com mais facilidade. Encontrei o Unassociate file types, um aplicativo bem simples e rápido que apaga do registro a associação.

Basta selecionar a extensão desejada e mandar remover. Simples assim. Em dois cliques meu problema estava resolvido.

Para baixar o aplicativo acesse este link.

Fonte: winhelponline.com

Casa nova

Meus queridos amigos, tenho uma nova casa, novo endereço: catadupas.wordpress.com. Ainda não sei se vou aposentar este blog, estou em dúvida. Foi o primeiro que criei, acho que não vou ter coragem de abandoná-lo assim… Tenho uma ligação emocional com ele.. 😀

Tudo vai depender de como as coisas vão se comportar. Justamente agora que a Cah fez para mim um template super legal, adorei de verdade. Mas mudanças às vezes são necessárias e minha vida anda precisando de muitas mudanças.

Convido vocês a acessarem o novo blog e darem suas opiniões. Nos vemos por aí!

Mamãe dizia para não brincar com comida…

… mas não dá para resistir a essa brincadeira:

Eu sou apaixonada por quebra-cabeças, tenho dois emoldurados em casa, um de 600 peças e outro de 2 mil. Não preciso dizer que amei, né?

O Pizza Takeaway Jigsaw Puzzle não é de comer, como sugere o título do post, mas dá uma água na boca!

Vi aqui.

Pré vendas neste link.

Pérolas do Atendimento ao Cliente – Capítulo 1

Esse post é uma cópia do que eu publiquei no Virtualizando há quase um ano. Recentemente veio à tona o assunto devido a um email recebido pela lista da faculdade, com algumas pequenas histórias de atendimento. Achei que merecia mais uma republicação, agora aqui neste blog.

Situando… o cliente havia reclamado que na nota fiscal de venda os pesos líquido e bruto eram impressos com apenas duas casas depois da vírgula, mas ele queria que fossem três, porque poderia dar problemas no cálculo do frete da transportadora. Segue a conversa que tivemos por MSN:

FULANO says (16:25):
então thais sobre o peso tivemos mais um caso ontem
5,31 na verdade e´ 5,310
Thaís Rezende says (16:27):
não é a mesma coisa?
a transportadora reclamou?
FULANO says (16:27):
ainda não
só que está incorreto
está dano a diferença de 300 gramas
Thaís Rezende says (16:28):
zeros depois da virgula não tem valor
FULANO says (16:28):
hum ta então os centavos que um boleto não conta
90,89, pago somente 90,00
Thaís Rezende says (16:28):
se fosse 90.890 sim
FULANO says (16:29):
acho que deveria abrir uma os¹ para a **** verificar isso
Thaís Rezende says (16:29):
isso é conceito, FULANO
eu não entendi onde está a diferença de 300 gramas
FULANO says (16:29):
ok , la vem a historia do conceito
Thaís Rezende says (16:30):
não é história
estamos falando da mesma coisa
se você precisar colocar 5,315 aí sim teremos que pedir para reverem a mascara
porém 5,310 é igual a 5,31
Thaís Rezende says (16:31):
estamos falando de uma precisão de 10 gramas para uma precisão de 1 grama
FULANO says (16:31):
5,31 cinco e trinta e uma gramas , o peso é 5,310 cinco e trezentos e dez gramas.
Thaís Rezende says (16:32):
FULANO, 5,031 é cinco quilos e 31 gramas
FULANO says (16:32):
desculpa cinco kilos e trinta e uma gramas 5,31
5,310 cinco kilos e trezentos e dez gramas
FULANO says (16:33):
mas blz encerra o assunto
Thaís Rezende says (16:33):
ok
FULANO says (16:33):
vamos aguaradra a transportadora reclamar

¹ Ordem de serviço

Se eu fosse professora de matemática de uma criatura assim, juro que me aposentava.

Coisas desse tipo não dá para guardar só pra gente… por isso compartilho co vocês!! 😀 Se quiserem contar suas histórias, fiquem à vontade. Tenho certeza que será um bom motivo de risadas.

PS: o texto foi mantido na íntegra, apenas os nomes foram trocados.

Uma mensagem a Garcia

Uma busca rápida no Google traz muitos resultados para este texto, inclusive o próprio. Escrito por Elbert Hubbard em 1899, já foi traduzido para dezenas de idiomas. Muitas pessoas já o conhecem, tamanho o seu sucesso em mais de um século de existência. Ontem fui apresentada a ele também, pelo professor da disciplina de Empreendedorismo. Não vou discutir a qualidade do texto, muito menos sua atualidade, apesar da idade, que são inquestionáveis. Uma frase em particular me chamou a atenção:

“Nem todos os patrões são gananciosos e tiranos, da mesma forma que nem todos os pobres são virtuosos.”

Esta frase me fez refletir sobre a forma com que agimos, como nossa forma de pensar nos induz a achar que pobreza é sinal de virtude. Um pouco disso deve-se, acredito eu, pelos ensinamentos religiosos, da doutrina franciscana. Não sou católica, não fui criada seguindo as crenças religiosas e portanto não tenho como discutir detalhes. Mas o que me induz a escrever este post é na verdade a postura que tomamos referente à riqueza e à pobreza.

No Brasil tem-se o pré-conceito de que se a pessoa é rica, ela é arrogante, egocêntrica e “pecadora”. Nossa cultura nos faz acreditar que ser rico é errado, que riqueza traz infelicidade, riscos, que batalhar pelos sonhos e alcançá-los é praticamente impossível e se você conseguiu é porque utilizou-se de meios ilícitos, que burlou as regras.

Cofrinho

Felizmente, já há algum tempo essa postura anda se alterando. Exemplo disso é que as universidades estão oferecendo disciplinas de empreendedorismo, quando não cursos de graduação na área. Não há um manual de como ser empreendedor. Todos nós nascemos propensos a sermos, porém nossa cultura nos limita e acabamos perdendo essa capacidade. A pessoa que é empreendedora por natureza tem mais facilidade de desenvolver suas habilidades, mesmo que a sociedade imponha regras e tente limitá-lo.

Ir contra toda um sistema não é fácil, a maioria das pessoas sequer passa pela primeira etapa. Quando se consegue transformar um sonho, uma ideia em um projeto, um grade passo já foi dado. Porém toda a burocracia, o descrédito nessas pessoas, faz com que muitos projetos nem saiam do papel. O que vemos hoje são poucos casos de pessoas que tentaram, lutaram por seus objetivos, cairam e se levantaram, para em seguida continuar correndo atrás.

Mais do que um sistema burocrático, a sociedade, na minha opinião, é quem mais prejudica. Seja a família que cobra por resultados e ainda acredita que o “emprego perfeito” está a espera, seja pela cobrança de resultados a curto prazo ou pela falta de investidores que apoiem a ideia.

Assim como acontece em muitos países, precisamos nos adaptar e mudar nosso pensamento, a forma de criar nossos filhos e de pensar nos riscos. Ganhar na Mega-Sena é o sonho da maioria, dinheiro que entra fácil e vai embora mais facilmente ainda. Outra alternativa é torcer para o Boninho ir com a sua cara ou ser excêntrico o suficiente para ser selecionado para o Big Brother e aparecer todos os dias no horário nobre da Globo e em todos os outros programas da emissora. Se for mulher, bonita (nem precisa ser tanto) e um pouco gostosa, ainda ganha uma capa da Playboy.

Lutar para conquistar um lugar ao sol, trabalhar duro para ver um sonho concretizado e colher os frutos do trabalho suado é a forma mais difícil e a mais conpensadora de se tornar uma pessoa rica. E o trabalho começa cedo, muita força de vontade, estudo e pesquisas, desejo de ver o sonho realizado e, acima de tudo, estar disposto a se arriscar, quebrar a cara, perder quase tudo, na melhor das hipóteses, e dar a volta por cima quantas vezes for necessário.