A diferença entre o poder e o querer

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo – expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é importante.

Lembrar que voce vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que voce tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Steve Jobs

Tomei a liberdade de copiar o texto do blog do Douglas Rosa.

Diante de declarações assim é que percebemos o quanto a nossa vida é passageira. Como um amigo costuma dizer, para morrer basta estar vivo.

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Se eu fosse uma fada…

Por Sofia.

Se eu fosse uma fada, voaria para todo lado e faria magias para alegrar a todos.

Brincaria de esconde-esconde mas iria ser fácil porque lá de cima, encontraria todos os meus amigos.

Se eu fosse uma fada, quando fosse chover eu iria espantar todas as nuvens de chuva.

Pra brincar de pega-pega ninguém iria me pegar.

Se eu não quisesse um lanche na escola, com minha varinha faria a comida que quisesse.

Eu adoraria ser uma fada.

FIM

(Texto mantido na íntegra, sem correções)

День программиста

Hoje é o dia 1111 1111..

… ou mais conhecido como dia do programador. Feliz dia para mim!

Para comemorar esse dia eu estou… recompilando a framework (e torcendo para não dar erro).

Que meus professores não vejam este post. =)

Fazendo uma busca inspiradora por alguns textos na internet, encontrei coisas bacanas, daquelas que só quem é programador sabe bem o que é. Vamos a elas.

O Dia do Programador é uma data festiva comemorada no 256º dia do ano, celebrada por programadores em todo o mundo. Esta é uma data significativa para programadores porque 256 é igual a 28 (2 elevado à 8ª potência), e 8 é o números de bits de um byte.

O Dia do Programador geralmente cai 13 de Setembro, exceto em anos bissextos, quando ele é comemorado no dia 12 de Setembro.

Mundo afora a tradição inclui comportar-se de forma boba, editar a Wikipedia, desenvolver códigos idiotas, jogar jogos de computador, brincar com velhos computadores etc.

No Brasil a tradição ainda não existe, mas a data já aparece em spams e e-mails, fazendo com que a leitura de algum spam também seja parte da celebração. Além disso, no meio acadêmico a data deve proporcionar um encontro dos primeiros programadores locais com os atuais, promovendo palestras e minicursos de linguagens antigas, como Assembly, Cobol e Fortran, para que suas sintaxes não sejam esquecidas.

Conversar sobre programação com quem não entende nada e assistir a filmes apreciados por programadores como Guerra nas Estrelas e Matrix também devem fazer parte dessa celebração.

Fonte: Você sabia?

No Vida de Programador encontrei:

Chefe: Quem lava a cafeteira hoje?
P. A.: Hoje é dia do programador…

P. A.: Quem paga o almoço hoje?
Alonso: Hoje é dia do programador…

Chefe: Preciso que alguém fique até mais tarde hoje porque o cliente está fazendo o fechamento do mês
Programador: Quem disser que hoje é dia do programador vai entender de forma dolorosa porque o teclado é um dispositivo de entrada

Até a Microsoft entrou na onda.

Aqui também podia ser feriado, como acontece na Rússia. Ou pelo menos um dia de folga para nós, pobres coitados.

Senti falta mesmo de uma homenagem do Google em sua página principal. Acho que nós merecemos.

Aos desentendidos de plantão, o número 1111 1111 de binário para decimal é 255, mas em programação começamos a contar no 0, ou seja, o primeiro dia do ano (01/01) é o dia 0 e não o dia 1.

Crônica: A era da correria

Por George Carlin

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dói empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’. Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame… se ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.

Fonte: recebido por email.

O texto fala por si, dispensa comentários. Um momento para reflexão.