Tablet? Não, obrigada.

Uma pessoa da área de tecnologia que não tem interesse em um produto eletrônico? Ah, conta outra!

Entender a minha resistência aos tablets é muito simples: para quê mais um produto que faz exatamente a mesma coisa que os demais?

Aí, caro leitor, você pode estar se perguntado: onde está o meu espírito de evolução, uma vez que o tablet reúne todas as funcionalidade num só produto – editor de texto, visualizados de vídeos, player de música, câmera digital, leitor de livros, inclusive, obviamente, acessar a internet?

A minha resposta é: quão bem ele executa todas estas funcionalidades?

A ideia de escrever este texto surgiu no início de 2012, que é desde quando ele está nos rascunhos do blog (mais precisamente no dia 01/02/2012). E o tempo só fez manter minha ideia sobre estes aparelhos.

Já tive experiência com tablets “xing-ling” e com o iPad, mas nenhum deles me fez querer trocar meu iPod Nano 2, Canon PowerShot A560, Kindle e meu notebook Lenovo ThinkPad Twist, cada um no seu quadrado. Ah, esqueci do meu celular, um Milestone 3, que tira fotos, toca música, vídeos e ainda consigo ler alguns artigos e até livros (sim, já li alguns nele, mesmo a tela sendo minúscula). Então não me venha com o papinho de que um tablet “muda a forma de consumir conteúdo”, porque eu já tenho gadgets demais e muito mais agradáveis.

tablet_broken
Fonte: http://www.dreamstime.com

Sabe aquela frase “pareço metida, mas sou legal”? É mais ou menos por aí. Parece exagero da minha parte, mas acho que tudo tem sua hora e seu momento. Não adianta você ter um canivete suíço se você precisa esculpir uma obra de arte. Meu ultrapassado Milestone cumpre bem o papel na emergência, além de caber no bolso. Nos casos planejados, eu prefiro mesmo é um bom e velho dispositivo específico, mesmo que o meu não seja o top do momento.

Atualmente, estou amando meu Kindle, ele virou meu queridinho das horas improdutivas. Uso enquanto estou aguardando o ônibus para ir ao trabalho, durante o trajeto ou para qualquer momento de espera interminável, tipo recepção de médico. Só lamento não ter condições de comprar todos os livros desejados.

Outro queridinho é o notebook (gosto mais de laptop, mas esse termo não pegou muito no Brasil), meu companheiro inseparável em casa, já que não preciso mais dele para trabalhar. Ele e o Kindle são os últimos mimos que ganhei do marido (é ou não é para ser apaixonada por esse cara?).

Com tanta quinquilharia, acho que não tenho espaço nem paciência para um tablet. Se é para fazer a vez de outro aparelho sem ao menos manter a qualidade, prefiro meu humilde smartphone, que além de tudo faz chamadas telefônicas.

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