Assim seria o mundo real

Já imaginou como seria se você se comportasse no “mundo offline” da mesma forma que se comporta em redes sociais? O vídeo abaixo faz um comparativo, extremamente divertido, mas que nos leva a uma reflexão.

Às vezes é muito mais fácil iniciarmos uma conversa online do que cara a cara. O olho no olho nos deixa vulneráveis, pois nossa empatia nos impede de mentirmos sobre o que sentimos. Obviamente temos aqui a exceção dos psicopatas. Então você tem duas possibilidades para mentir sem ser percebido: ou conta com a sorte da outra pessoa ser extremamente desatenta (como esta que vos fala) ou se tornar um psicopata!

Fonte: Um Passinho a Frente

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Campanha pela liberação geral dos feeds

Você conhece uma pessoa desorganizada? Se você não me conhece pessoalmente, tudo bem, também vale. Eu sou completamente desorganizada. Para piorar: sou esquecida.

Justificando: a quantidade de informações que temos que absorver hoje é tanta que não adianta apelar para simpatias, mandingas, laço no dedo e o que mais houver por aí, a memória é volátil.

A tecnologia serve para ajudar, certo? As ferramentas de busca na Internet são a solução da lavoura de todo programador/estudante/[inclua sua categoria aqui]. Hoje está tudo à mão, basta achar a combinação certa de palavras e em poucos cliques tem-se a solução para os seus problemas (quiçá os financeiros). Não precisamos mais de uma enciclopédia impressa, a não ser que você tenha uma certa admiração por aquelas milhares de páginas que uma Barsa possui.

Mas nem tudo é perfeito. A Internet pode até ajudar a solucionar seus problemas, mas pode trazer muitas dores de cabeça. A dificuldade que algumas pessoas possuem para separar o joio do trigo (diga-se informações falsas das verdadeiras) transforma a rede mundial de computadores em um ambiente atrativo para uma boa pescaria de otários.

Então, como fazer para não cair na rede do mal ser enganado? Infelizmente só o bom senso e a cautela.

A forma com que procuro informações na Internet e classifico-as é muito variada. Se é um assunto que conheço, sou mais criteriosa e sei logo de cara em quem confiar. Nesse caso, posso contar nos dedos os sites e blogs que acompanho. No caso de novos assuntos, conteúdos que acho interessante mas que não são da minha alçada, costumo adicioná-los aos favoritos ou aos meus feeds (o RSS é uma ferramenta poderosíssima no quesito organização). Se você não sabe o que é RSS, dê uma olhada aqui.Uso o Google Reader para ler os blogs que acho interessante. Se vejo que o autor escreve bem e domina o conteúdo, assino e vou monitorando. O problema o RSS é que algumas pessoas insistem em disponibilizar apenas uma parte do coteúdo do post, como se fosse um sumário. Coisa irritante, diga-se de passagem, pois obriga o leitor a visitar o blog para terminar de ler.

Uma campanha feita em 2006 pelo blog Arcanjo.org incentiva os blogueiros a liberarem seu conteúdo completo, pois, como dito pelo Cardoso, o leitor que assina seu conteúdo via RSS é um leitor VIP. Os maiores blogs que eu conheço adotam esta política e exploram a publicidade de uma forma diferente, também via feeds.

Portanto, fica aqui um apelo para os blogueiros: liberem de uma vez o feed completo, pois certamente vou me descadastrar em poucos dias e esquecer o seu blog para sempre. Tenho certeza que muitos outros pensam da mesma maneira.

Se você tem blog e não sabe se seu feed é disponibilizado completo, dê uma conferida no painel de configuração. Os melhores serviços de hospedagem gratuitos possuem esta opção.

Excesso de informação = falta de criatividade

Qualquer coincidência é mera semelhança.

Uma paixão + uma promoção

Uma das minhas paixões declaradas são os livros. Nada melhor do que uma boa leitura para relaxar e trazer paz de espírito. Bons autores e boas histórias não faltam. Este é justamente o meu problema: quero todos os livros, todos os autores, tudo. Quero uma biblioteca imensa, quero ler todos e principalmente: tê-los.

Apesar de ser o meu sonho ter muitos livros e principalmente lê-los, eu sou um tanto quanto desorganizada. Não sei para quem empresto, onde deixo, nem sei exatamente quantos exemplares tenho atualmente.

No primeiro ano da faculdade eu fiz um projetinho para apresentação no final do curso de desenvolvimento de software, cujo objetivo era catalogar e organizar um pequeno acervo. Mas devido a limitações da disciplina, nem mesmo banco de dados era permitido usar, tendo que usar apenas arquivos. De cara eu desanimei com a ideia, fiz apenas para constar. O projeto foi aproveitado por uma amiga no ano seguinte, mas logo em seguida esquecido.

No segundo ano eu continuava com a ideia de desenvolver uma solução para a minha bagunça, mesmo que “caseira”, uma forma de estudar, mas passou também, acabamos fazendo outro projeto para apresentação no final do ano e o meu objetivo deixado de lado. Este ano, com tamanha falta de tempo e com uma proposta mais comercial do que um simples controle individual de livros, nem mesmo pensei em mexer com isso.

Esta semana me apresentaram uma rede social, cujo objetivo é a divulgação de livros lidos, sendo lidos, desejados, sua avaliação e resenhas. Fantástico! Agora tenho uma ferramenta online para organizar e catalogar todos os meus livros. Isso tudo “di gratis”, sem o menor esforço.

A rede social chama-se Skoob, “O encontro dos livros com a web”. A resposta para a pergunta “O que é Skoob”, segundo os próprios desenvolvedores é:

O skoob foi construído ao som de “Good People”, Jack Johnson, e pretende ser a resposta à pergunta feita na música: “Where’d all the good people go?”, “Para onde todas as pessoas boas foram?”. Aqui é o lugar para onde as pessoas boas foram e onde elas se encontram.

A ferramenta é nacional, totalmente em português e está em versão beta, sendo possível já identificar muitos bugs, como por exemplo, ao logar-se e navegar pelos diversos livros, usuários e listas de discussões, caso deseje voltar à página principal apenas clicando no logotipo do site, ele irá solicitar novo login. Algumas outras opções, como a adição de amigos ou busca por livros para adicionar à “Estante” também possuem problemas de navegabilidade. Dá trabalho, mas é divertido.

Como forma de divulgação do serviço, o site está realizando uma promoção: quem se cadastrar até o dia 17 de setembro pode concorrer a um iPad ou a 100 livros. E cada pessoa que se cadastrar utilizando o seu link de divulgação lhe dá um cupom a mais para concorrer, então cadastre-se lá acessando por aqui para me ajudar ou clicando no banner logo abaixo… =P

Também há outro banner ao lado direito da página.

Curti muito a ideia, tanto que estou há dois dias empenhada em lembrar de todos os livros que li, que tenho e inseri-los no meu perfil.

Impressões sobre o Nokia Ovi Suite – parte2

Já passou da hora de continuar essa história. Felizmente essa pausa foi importante para eu reavaliar todas as opiniões sobre o Ovi, suas ferramentas e novidades. Posso agora continuar divulgando minha opinião sem medo de ser feliz. 🙂

Desta vez serei mais breve:

Quando disse no final do post anterior que estava revendo minha opinião sobre o Ovi, não estava apenas me referindo ao software, mesmo porque de nada adiantaria a evolução se eu não tivesse um telefone que pudesse utilizar os recursos que garantem a ele um destaque frente ao PC Suite. Do contrário nem teria migrado.

A questão é que o Ovi Suite foi desenvolvido para integração entre hardware, software E internet (destaco aqui a navegabilidade como ponto essencial). Com ele é muito mais fácil baixar novos programas e gerenciá-los. Prova disso é que já tenho 12 jogos instalados no meu Nokia (minha filha adorou todos e ainda pede mais), alguns aplicativos que achei essenciais e outros instalei apenas por diversão. Mas a grande facilidade de instalá-los foi o que mais me agradou. Uma navegação rápida e já estava tudo funcionando.

Gostei muito da Loja Ovi. Há uma área para gadgets free e outra para os pagos, mas pelo que vi na loja nacional, ainda não há nenhum para comprar, está lá certamente aguardando uma evolução. Particularmente os grátis já me atenderam de forma satisfatória.

Essa para mim foi a parte boa de toda a história. Com a rede WiFi posso baixar e testar novos programas de qualquer lugar. Tenho uma referência de busca e confiabilidade nos aplicativos.

Para encerrar e acabar de vez com a má impressão que tive, acredito que a Nokia tenha acertado na questão interatividade, mas ainda peca no software local. No geral daria nota 7 para o aplicativo e estou ansiosa para aumentá-la.

Vou preparar uma lista dos gadgets que tenho instalado hoje e a opinião sobre cada um deles. Em breve.

Impressões sobre o Nokia Ovi Suite – parte1

Quem me acompanha no Twitter deve ter percebido a minha saga para atualizar o firmware do meu celular. Recentemente troquei o Nokia N73 por um N95 8GB. Estou na fase de instalar novos aplicativos, explorar seus recursos e analisar as ferramentas.

Com o N73 eu utilizava o PC Suite, um software da Nokia para gerenciamento dos aplicativos e dados do aparelho. Para falar a verdade eu usava muito pouco, mais para instalar um novo aplicativo, já que as fotos e músicas eu adicionava diretamente pelo Explorer do Windows. Porém, ele era bem limitado e para o que se propunha a fazer, bem pesado.

Quando comprei o N95, a primeira coisa que fiz foi procurar por atualizações disponíveis no site da Nokia, não costumo instalar os aplicativos que vêm no CD junto com o aparelho. Como eu já tinha perdido o HD do meu laptop (isso é outra história), precisaria mesmo reinstalar o software para comunicação com o celular. Foi então que eu descobri o Ovi Suite.

De cara não gostei muito. O pacote de instalação é grande (exatos 93,8MB), se comparado com os 32,9MB do PC Suite. E como diz o ditado, quando o pasto muda de cor, o burro morre de fome (considere também a cor do cabelo daquela que vos escreve), após a instalação, confesso que fiquei meio perdida na nova interface.

Já na instalação o software pede para ser criada uma conta Nokia, que permite compartilhamento de fotos e vídeos, acessar o Nokia Maps (que ainda não testei, pois nas terras das Minas onde moro não funciona muito bem), fazer backup dos contatos e agenda e mantê-los na conta online. Criei a minha conta, mas não usei estes recursos também. Essa conta também dá o direito a um email no domínio @ovi.com.

Quando é aberto pela primeira vez, o Ovi Suite pergunta quais itens deseja sincronizar (contatos, mensagens, fotos e músicas) e se deseja sincronizá-los automaticamente toda vez que conectar o celular ao PC. Essas configurações podem ser alteradas posteriormente no software.

A interface é bem clean, parece muito com as aplicações da Apple, o estilo da tela e a cor cinza lembram muito o iTunes. Minha reclamação é quanto à disposição inicial da tela, todos os itens aparecem um ao lado do outro e ao posicionar o mouse sobre um deles, é realizada uma animação “rolando” entre os demais registros. Nada grave, mas a mudança de paradigma leva algum tempo para acontecer.

Ao clicar sobre uma das categorias, são apresentados seus detalhes. Essa parte sim, eu gostei. Os contatos aparecem separados por grupos, as fotos por ábum, permitindo também a criação de novos álbuns e posterior sincronização com o telefone. As mensagens são dispostas como um chat entre emissor e destinatário, o que ajuda a entender um pouco mais a conversa. Os mapas são classificados por continentes e estes por países. Para o Brasil são nada menos que 102MB de download, disponibilizando a consulta offline (que não é tão rápida nem muito confiável, mas considerando a região onde moro, não faz diferença). Detalhe: na América só estão disponíveis os mapas da Argentina, Brasil, Canadá, Chile, México e EUA. As músicas são organizadas por artistas ou ábuns, é possível a criação de listas de reprodução, o que para mim é mais fácil fazer no PC do que no próprio celular. Também há um link para a loja Ovi Music.

O Ovi também oferece o recurso de atualização de software, e é aqui que começam os meus problemas. A atualização do software do PC ocorreu sem problemas, pedi para atualizar e ele baixou e instalou a atualização. Mas na hora de atualizar o firmware do celular, foi um parto. Fiz diversas tentativas, dezenas de backups, mas o Ovi simplesmente não baixava os arquivos necessários, ou informava que havia ocorrido um problema de conexão ou baixava os 120MB de update e do nada começava a baixar de novo. Foram aproximadamente 5 dias de tentativas de atualização sem sucesso. Juro que pensei em desistir e fui procurar na internet alguma referência sobre a mal sucedida atualização. Muitos recomendavam não atualizar, devido a restrições encontradas na nova versão, que ainda não foi hackeada. Mas como boa usuária que sou, prefiro atualizar.

Depois de dias tentando baixar pelo Ovi, resolvi apelar para a atualização “na unha”. Instalei o Nokia Software Updater e deixei que ele fizesse o trabalho. Mesmo não funcionando 100% com deveria (o pacote de download que era de 120MB chegou a quase 200MB), consegui finalmente atualizar o firmware do N95 8GB. Após aquele friozinho na barriga, celular reiniciando, dados apagados, tudo ocorreu sem problemas. Primeira parte da história está quase completa.

Então era hora de provar que o backup do Ovi Suite realmente funciona. O software armazena um histórico cronológico dos backups realizados, por default o último é o selecionado para restauração. Achei isso útil, pois se for necessário instalar um gadget duvidoso, é possível fazer um ponto de restauração caso ele coloque tudo a perder.

Já com meus contatos de volta, SMSs, músicas e outros aplicativos, era hora de conferir se todos funcionavam bem. Alguns precisaram ser reinstalados, como o Fring e o Skype, pois ao rodar exibiam uma mensagem de restrição de segurança e não entravam mais.

A minha impressão inicial sobre o Ovi Suite não foi uma das melhores, mas recentemente comecei a rever esta minha opinião. Como este post já está meio grandinho, essa história vai ficar para a próxima =P.

Para fechar, uma frase que um amigo me disse recentemente:

Só os ignorantes não mudam de ideia.

O dia que o Twitter parou

Alguns serviços online, digamos… inofensivos e que há apenas alguns meses não faziam tanta falta, quando param deixam muitas pessoas desesperadas. Hoje foi a vez do Twitter. Na verdade o problema não é do Twitter, mas sim da Oi/Telemar, aparentemente um problema na rota. Neste exato momento, os usuários do Velox não conseguem acessar o Twitter e alguns outros sites estrangeiros (todos que tentei acessar funcionaram, só o Twitter mesmo não entra).

O que não me espanta neste caso é que a Oi já tem muitos problemas, no atendimento, no serviço, mas até então não tinha nenhuma reclamação quanto à incapacidade técnica de resolver problemas como este, que iniciou na tarde de sábado e até agora não foi corrigido.

E para quem reclamar? Se adiantasse alguma coisa, mas não há a quem recorrer neste caso. Reclamações diretamente na Oi/Telemar vão resultar em uma resposta programada de que “nossos técnicos já estão cuidando do problema mas que não há previsão de retorno”, ou algo parecido. Reclamar para a ANATEL? Acho que será muito mais inútil do que na própria operadora.

O que nos resta, usuários do Velox, é esperar até que alguém tenha a “brilhante ideia” de consertar o problema. Enquanto isso, uso o tempo offTwitter para colocar a leitura dos meus feeds em dia e para adiantar alguns trabalhos da faculdade.